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Ô n i b u s L e g a l
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TEXTOS INTERESSANTES
*********************************** Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular, entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e os assaltos das estações. Crescem com a estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas
não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente. Um dia
sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade, que
você sente que não pode mais trocar fraldas daquela criatura. Onde
é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele
cheirinho de leite sobre a pele? cadê a pazinha de brincar na areia, as
festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do
maternal? A
criança está crescendo num ritual de obediência orgânica, desobediência
civil. E você agora está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não
apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que
saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos. Entre
hambúrgueres e refrigerantes lá estão nossos filhos, com o uniforme de sua
geração: incômodas mochilas da moda nos ombros nus, ou então, com a blusa
amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não
tem jeito, é o emblema da geração. Pois
ali estamos, com os cabelos já embranquecidos. Esses são os filhos que
conseguimos gerar apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e
das ditaduras das horas. E eles crescem meio amestrados, observando nossos
muitos erros. Há
um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Não
mais os colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias
e canções. Passou o tempo do balé, do inglês e da natação, do judô. Saíram
do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas. Deveríamos
ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando
conversas e confidências entre os lençóis da infância e os adolescentes
cobertos, naquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos
ensurdecedores. Não, não os levamos suficientes vezes ao maldito Play Center,
ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes
compramos todos os sorvetes e roupas merecidas. Eles
cresceram sem que esgotássemos neles todo nosso afeto. No
principio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas,
engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos. Sim, havia as brigas
dentro do carro, disputa pela janela, pedido de chicletes e sanduíches,
cantorias infantis. Depois chegou a idade em que viajar com os pais começou a
ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os
primeiros namorados. Os pais ficaram, então, exilados dos filhos. Tinham a
solidão que sempre desejaram, mas, não de repente, morriam de saudades
daquelas pestes. O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por
isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam."
Affonso Romano de Sant'Anna
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"REFLEXÃO GEORGE
CARLIN *********************************************** "NEGÓCIOS
X TEMPO (para os estressados...) Um
homem de negócios, americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana,
observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento, trazendo um único
pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. O americano deu
parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e lhe perguntou quanto tempo
levara para pesca-los. -
"Pouco tempo", respondeu o mexicano. -
"Mas o que e que você faz com o resto de seu tempo? O mexicano respondeu: -
"Durmo ate tarde, pesco um pouco, brinco com os meus filhos, tiro a sesta
com minha mulher, Maria, vou todas as noites a aldeia, bebo um pouco de vinho e
toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, senhor". O
americano assumiu um ar de pouco caso e disse: -
"Eu sou formado em Administração de empresas em Harvard, e poderia
ajuda-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um
barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários
outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a
um intermediário, venderia diretamente a uma industria processadora e, no fim,
poderia ter sua própria industria. Poderia controlar o produto, o processamento
e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores
e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente,
para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão". -
"Mas senhor, quanto tempo isso levaria?" - perguntou o pescador. -
"15 ou 20 anos" - respondeu o americano. -
O americano riu, e disse que essa seria a melhor parte. -
"Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua
empresa ao publico e ficar muito rico. Ganharia milhões". -
"Milhões, senhor? E depois?"
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Deus convidou um Rabino para conhecer o céu e o inferno. Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa. Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhe permitia alcançar o caldeirão, mas não suas próprias bocas. O sofrimento era imenso... Em seguida, Deus levou o Rabino para conhecer o céu. Entraram em uma sala idêntica a primeira, havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido. A diferença e que todos estavam saciados. Eu não compreendo, disse o Rabino, por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se e tudo igual? Deus sorriu e respondeu: Você não percebeu? E porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros..."
Autor desconhecido ***********************************************
Reflexões Era inimaginável responder deseducadamente a policiais, mestres, aos mais idosos, autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais e mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade. Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror. Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo que perdemos! Por tudo que meus filhos um dia temerão. Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos. Matar os pais, os avós, violentar crianças, seqüestrar jovens, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidades de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial. Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas. Policiais em blitz são abuso de autoridade. Regalias em presídios são matéria votada em reuniões. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem é ser otário. Pagar dívidas em dia é bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão. Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos... O que
aconteceu conosco? Que
valores são esses? Que lares
são esses? Quero de
volta a lei e a ordem. Abaixo o
"TER", viva o "SER"! ADORO O
MEU MUNDO SIMPLES e COMUM. Vamos
deixar de nos silenciar diante do absurdo. (Sara Maria Binatti dos Anjos) ********************************
Um garoto pobre, com doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente. -
É para minha mãe -
diz, com orgulho. O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, indeciso, ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja. Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não. O
garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de
sua
capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha
e as
colocou sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo na profundeza de seus sentimentos. Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete? Impaciente, ele perguntou: - Moço, está faltando alguma coisa? - Não - respondeu o proprietário da loja - é que, de repente, me lembrei de minha mãe, que morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela mas, desempregado, nunca consegui comprar nada. Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: - Nem um sabonete? O
homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do
garoto.
Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e
despachou o
freguês, sem responder mais nada. A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!
(autor desconhecido)
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Os 10 mandamentos da cidadania Todos
nós nos revoltamos e não concordamos com
as coisas erradas que existem e acontecem no
país. O que a gente não tem consciência
é quanto somos peça importante na solução
desses problemas. Abaixo, segue uma sequência de
problemas e soluções que você pode praticar.
(texto divulgado pela internet)
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MAMÃE
NÃO FAZ NADA O relógio toca.
Começa a batalha. Verificação
total da casa. Deixar a mesa arrumada para o café matinal. (Autor
Desconhecido)
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Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver
me levado. Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e
acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que
eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me
pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez
tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.
Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil
a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga
apenas uma frase: "Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais
perto de Deus!" - Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova
tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de
Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você
olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum
véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para
Ele. Você acredita nessas coisas? Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai
morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da
gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar
o céu... "Ser seu amigo... já é um pedaço dele..."
(Chico Xavier)
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Uma
história "quase" real.... entrou.
Ele espantou o cachorro mas, logo em seguida, o cachorro voltou. Novamente, ele tentou
espantar o cachorro quando viu que ele trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete
e leu: "Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por
favor?" Ele
olhou e viu que dentro da boca do cachorro tinha também uma nota de 50 Reais. Então,
ele pegou o dinheiro e pôs as salsichas e a perna de carneiro na boca do
cachorro. decidiu
fechar e seguir o cachorro. Ele começou a descer a rua quando chegou ao cruzamento.
O cachorro depositou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o
sinal. Então esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e
ele pudesse
atravessar. O cachorro atravessou e caminhou até uma parada de ônibus, onde
olhou para a tabela de horário e então sentou no banco para esperar o ônibus.
Quando
um ônibus chegou, o cachorro foi até a frente para conferir o número e voltou
para
o seu lugar. Outro ônibus chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o ônibus
certo
e entrou. ficou
em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para saltar, tudo isso com as
compras
ainda na boca. O cão caminhou pela rua até parar em frente a uma casa. Pôs as
compras na calçada, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou
a fazer
isso. Ninguém respondeu na casa. no
vidro várias vezes. Caminhou de volta para a porta quando um cara enorme abriu
a porta
e começou a espancar o cachorro. O açougueiro correu até o homem e o impediu dizendo:
"Por Deus do céu, homem, o que você está fazendo? O seu cachorro é um gênio!" estúpido esquece a chave da porta!"
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MUDANÇA "Você
não precisa fazer nada radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, uma
'grande mudança' é apenas uma simples questão de reposicionamento".
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DESABAFOS
DE UM MARIDO
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Um
dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar encontraram na portaria um
cartaz enorme no qual estava escrito: "Faleceu ontem a
pessoa que impedia seu crescimento na Empresa. Você está convidado para
o velório na quadra de esportes". No início, todos se entristeceram com a
morte de alguém, mas, depois de algum tempo, ficaram curiosos para
saber quem estava bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na
quadra de esportes era tão
grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.
Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava: Um
a um, os funcionários, agitados,
aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam em seco. Ficavam
no
mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.
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Dizem que sou um vira-lata,
uma espécie de coisa sem graça.
Isso é coisa da sua raça...
E você, que se diz humano, e descende de: Negro, Índio,
Português, Holandês, Espanhol, Japonês, Inglês.
Desse com aquele, daquele com aquele lá,
daquele lá com aquele ali, Daquele ali com aquele acolá.
Quanta "misturação"...
Você também é uma VIRA-LATÃO!
Deus não me fez de graça!
Nem me fez sem graça.
Me fez para ser o seu companheiro, carinhoso,
seu amigo, seu ouvinte.
Por isso... quero que me trate com requinte!
Com requinte, de amizade, de carinho, de bondade.
Latindo ou miando, estarei sempre atento lhe acompanhando.
Sou seu Gato, sou seu Cão,
Sou acima de tudo... Seu AMIGÃO!!!
(Laura Barreto) Texto
extraído da Revista Animais e Cia, Ano III,
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ARCA DE NOÉ À BRASILEIRA
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